OPINIÃO

HOMENS E MULHERES SÃO IGUAIS?

Você que frequenta casas noturnas, já deve ter se deparado com propagandas, tais como: “Mulheres até meia noite não pagam”, “mulheres até 24:00 pagam meia” ou “mulheres hoje não pagam”.

Alguém já se perguntou se esse desconto seria uma forma de discriminação? Se pensou em responder sim, acredita que o ato discriminatório seria contra quem, homem ou mulher?

Tem alguma Lei que proíbe dar desconto para mulheres e não para homens em casa noturna? Tem como a pessoa que se sente lesada exigir ser tratada com igualdade?

Boa discussão não é mesmo? Chegamos a um consenso nisso? Longe de atingirmos um acordo, dependendo do lado que tomarmos. Tudo bem, eu tenho minha própria opinião, mas vamos adiante na conversa. Conselho se fosse bom, não dávamos, vendíamos, já dizia minha mãe.

Bom, meu objetivo não é nem questionar o preço de entrada em casa noturna, mas chamar a atenção, mais uma vez, sobre a situação das mulheres.

A maioria de nós, pelo menos eu penso assim, sabe que na Constituição homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações. Perante a Lei, isso quer dizer que oficialmente, só há diferenciações entre os gêneros para garantia de direitos.

Se eu fosse olhar a questão diante da Lei, acredito que nenhum estabelecimento poderia oferecer desconto apenas às mulheres, porque estariam oferecendo privilégios a elas em detrimento dos homens. Mas, como até hoje não vi nenhuma notícia de marmanjo questionando essa diferenciação, vamos analisar de outro ponto de vista.

Depois da “emancipação feminina”, pelo menos no papel social, as mulheres têm se achado em pé de igualdade frente aos homens. Mas que raio de igualdade é essa? Queria mesmo saber onde, em que parte desse país podemos encontrar mulheres sendo tratadas de igual para igual. E se fizer parte de alguma minoria, então é que não vejo igualdade mesmo.

Façamos que nem Jack o estripador, vamos por partes. Ao oferecer o desconto apenas para as mulheres, as casas noturnas sinalizam para os machos alfas o seguinte: Carne fresca a vontade para consumo, entre, pegue e leve.

  • Nossa, que absurdo sua louca! Dirá você. – Não é bem assim!

Ah, não é não? Ao adentrar no recinto utilizando-se do desconto você passa a ser produto de consumo, tal como a bebida, o petisco, etc. Você questionou em algum momento, que como se acha igual ao homem, deveria pagar o mesmo que ele?

Vivemos num mundo machista, disfarçado em aceitação da igualdade entre gêneros, que na realidade, nem existe de verdade, finge-se que existe.

  • Ah, para com isso, não é bem assim! Discordará você.

Eu digo que é bem assim, sim e te desafio a me provar o contrário. Belo exemplo disso, são as belas garotas que se “apaixonam” por velhos gagás milionários. Queria ver se eles fossem usuários do SUS, auferindo um mísero salário mínimo mensal, se elas pelo menos olhariam para alguns deles?

Mulher objeto? Longe disso! As coisas mudaram tanto, a mulher evoluiu a tal ponto, que ao se fazer objeto de uso masculino, na verdade quem virou objeto foi o homem. Quem paga as contas da emancipação feminina? O homem machista que não abre espaço.

Embora, os homens continuem abandonando a mulher com filhos e contas para pagar, por absoluta impaciência no trato, e necessidade fisiológica com absoluto egoísmo, dentre outras coisas, ele tem sido usado como objeto, por fêmeas inteligentes que aprenderam a usar do próprio corpo para superá-lo, principalmente se ele tiver boa conta no banco.

A despeito de tudo, inclusive da falta de amor. Vemos muitas mulheres “inteligentes”, usando do próprio corpo anuindo à falsa fragilidade para conseguir o que quer. E conseguem obter bem mais do que aquelas, que estudaram, e obtiveram bons empregos, por pelo menos o tempo em que estiver possuindo o belo corpo, para poder usá-lo como barganha, moeda de troca.

Tudo bem que você discorda do que eu estou falando aqui, mas a sociedade tem provado que eu não estou errada.

E ainda por cima, tem a questão de a mulher ser a maior inimiga de outras mulheres. Se a outra tem algo que ela quer, simplesmente vai para cima e tenta tomar, conseguindo muitas vezes, obter o que a outra conseguiu, seja marido, emprego ou outra coisa.

Algumas mulheres que ficam esperando o príncipe encantado, na grande maioria, são aquelas que não se posicionaram, não estudaram, não se emanciparam, e se comprazem em serem chamadas de “Amélias” de alguns machistas (que depois de algum tempo as trocam por outras mais novas ou mais bonitas).

Nisso tudo, fica uma certeza: o machismo egoísta e vaidoso não perdoa nenhuma mulher, assim como o feminismo mentiroso, frágil e sem sentido.

Pensando bem, a mulher exige igualdade, mas na prática, o que ela quer são ombros largos, conta bancária polpuda, carro na garagem, cama quentinha com cobertor de orelhas e tudo mais que vem agregado a isso.

 

Pronto Falei!

 

 

 

 

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