SONHOS

NÃO CONSIGO ME DECIDIR

SONHO

Eu me encontrei com uma amiga e sua filha. Estávamos felizes e querendo ir pra casa. Fomos andando e de repente eu encontrei uma bicicleta. Peguei-a e comecei a andar nela bem devagar, enquanto minha amiga e filha me acompanhavam. Conversávamos animadas. De repente encontramos vários caminhos que nos levavam a nossa casa e optamos por um deles. O caminho escolhido nos levava a um aglomerado de casas com uma rua escura e fiquei com medo. Optei por voltar e elas concordaram comigo.

De repente os caminhos sumiram e não encontrávamos a saída. Descemos por uma rua estranha e vazia. Depois de procurar por algum tempo avistamos outras ruas, mas elas não nos levavam aonde precisávamos ir. Até que minha amiga nos mostrou uma rua que nos encaminharia para casa. De onde estávamos eu avistava a minha casa. O problema era que a rua era tão íngreme, que ficava impossível descê-la andando. Eu olhei procurando por uma saída e de repente vejo minha amiga, sentada com a filha escorregando morro abaixo e dando risadas.

Eu olhei sem entender. Ao meu lado alguns sacos de “aninhagem” (juta) dobrados, jaziam no chão. Um homem entrou na minha frente e pegou um deles, abriu e olhou pra mim, sentou-se e desceu escorregando morro abaixo.

Eu me abaixei e peguei um dos sacos, mas quando me sentei nele para escorregar, acordei.

NOSSA ANÁLISE

Sonhos geralmente nos dão as respostas que precisamos para solucionar nossos problemas, porque nossa mente trabalha o tempo todo, já que nosso espirito não dorme.

Encontrar com uma amiga e estar feliz com ela, pode nos dizer que estamos indo no caminho certo nas nossas decisões. Buscar a nossa casa, é procurar nossa zona de conforto e nosso equilíbrio.

Mesmo enquanto buscamos nosso equilíbrio os problemas cruzam nosso caminho e precisamos decidir qual rumo tomar. Escolher este ou aquele, caminho equivale a entrar ou não em conflitos, muitas vezes desnecessários.

Quando decidimos por um lado da questão e mesmo assim a saída escolhida ainda se mostra confusa, ou se apresenta inviável do nosso ponto de vista, é necessário buscar outras soluções, mudar os argumentos, ou simplesmente voltar atrás e recomeçar.

Em determinado momento, tudo nos parece muito complicado, porque não conseguimos observar todas as possibilidades. É mais fácil resolvermos os problemas dos outros, sempre, porque eles não nos afetam diretamente.

Temos sorte, neste caso, porque alguém próximo nos mostra a saída. Ainda assim, olhamos indecisos, com medo. Desta feita, outro ser se apresenta bem a nossa frente e nos mostra exatamente o que fazer. E ai temos nossa resposta. Mas quando realmente decidimos o que fazer, acordamos…

Parece bem claro, que o nosso problema não tem a dimensão que estamos dando a ele. Como sempre, não é mesmo? Sempre colocamos nossa felicidade em um determinada meta, e esquecemos que felicidade é um estado de ânimo transitório e, não uma situação definitiva, como aliás nada o é.

A solução do problema está bem a nossa frente. Temos recebido auxílio direto e constante, inclusive nos mostrando como resolver a nossa situação. Que tal pararmos, respirar e observarmos à nossa frente, dos lados e atrás de nós?

Orgulho e vaidade são nossos piores defeitos. Menos eu e mais nós, talvez resolva nossa situação à velocidade da luz. Enquanto piramos na insistência de sermos servidos, que tal pensarmos no que devemos fazer aos outros de forma a nos sentirmos felizes em servi-los? As respostas estão a nossa frente, ao alcance de nossas mãos. No entanto, ainda queremos que nos sirvam a solução em bandejas de prata.

FocoForçaeFé!

 

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