HISTÓRIAS

QUEM OU O QUE, VOCÊ PENSA QUE É?

Estamos na fila com uma senha que indica o dia, hora e local
de nossa morte. A tinta é invisível. Somente nos últimos minutos ela começa a
ficar visível, mas então não há mais tempo para refazer a vida.

Todos sabemos disto. Nascemos propensos a pensar que somos
eternos, de tanto medo que temos da morte, porque acreditamos no íntimo, que
ela é o fim.

A morte é mesmo o fim. Quem pode dizer que não é? Quem esteve
lá, viu o que era e voltou para nos contar?

Temos ouvido conjecturas de pessoas que viram a “luz”. Qual luz?
Se a pessoa voltou, é porque ainda não era seu momento. A luz, que ela acha que viu, não viu, a tinta não fica visível quando se
quer, mas apenas no momento certo. No fim, no seu fim, no meu fim. É isto ai. Pode
até dizer que estou errada, mas só se puder provar o contrário. Você não pode,
não é mesmo?

Temos fantasiado diversas idéias de céu e inferno, pelo medo
que temos de ficar no vazio escuro da morte. Não sabemos o que há lá, porque
não há nada lá. Apenas o escuro e o vazio, do qual temos medo e do qual fomos
treinados a vida toda a temer.

É melhor pensar num céu lindo para os bons e num inferno
tenebroso para os maus, do que pensar em se tornar “um nada”.

Mas é isso ai. Somos nada. Apenas nada.  NADA. “Sai-lhe o espírito ele volta ao solo,
onde perecem deveras os seus pensamentos.” (Bíblia sagrada) Percebeu? Somos só
um pó. E alguns de nós somos terra de péssima qualidade. O que é pior ainda,
porque não servirá nem de adubo para o futuro.

O que adianta fazer o mau se no fim, vamos nos estrepar? E por
que fazer o bem então? Porque se fizermos o bem vamos nos estrepar menos. O sofrimento
no final será menor.

Por quê? A consciência tranquila pesa menos, adoça o coração,
e a pele doce, torna o pó que somos, bem melhor.

Balela? Bate a carne e veja se ela fica melhor. Amacia. Pelo
contrário veja qual parte da carne é mais dura… a que bate ou a que bate? Pois
é isso ai.

No final, tudo é um esforço para alcançar o vento. Tudo volta
para nós. E viramos pó. Tudo pesa. O que somos, pesa. O que não somos, pesa. O que
queremos ser, pesa. Junta tudo, e o corpo não agüenta, fica pesado. E morremos
por causa do peso que somos.

Não me iludo. Os vermes estão lá me esperando. Esfomeados. Dentes
afiados. Vou “feder” antes mesmo de ser enterrada, porque eles não fazem
diferença entre terra dura e carne pó, sou apenas mais macia e mais doce do que
a terra seca, sem sangue, mas mesmo assim eles não vão esperar eu chegar ao fundo
da terra.

A ilusão de que sou melhor do que alguém se esvanece no fim.
Assim como também a de que sou pior. O nivelamento acontece no final. Tudo igual.
Pó apenas.

A senha está ai na sua mão. Seja o melhor que puderes,
porque você não terá outra chance para consertar estes erros.

Problemas nesta vida é inevitável, Mas sofrer é opcional.

Tente ler os sinais que a terra te envia.

O céu e o inferno são aqui mesmo!

Tu és pó e ao pó voltarás!

STEVE JOBS, um foguete em sua memória! Você foi tudo que podia ser! Ficará na lembrança…

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